quarta-feira, 30 de março de 2011
Working out
Hoje fomos a uma academia de ginástica. Aqui tudo parece shopping center, inclusive as academias. Temos um 7 day pass para experimentar. Fui na aula de Vinyasa Yoga. Apesar de achar os movimentos repetitivos chatos, no fundo foi bem gostosa. Mas ainda não sei se quero me inscrever. Estou muito esperançosa com o verão daqui e a possibilidade de pedalar pela floresta e a beira do lago. Além do que tenho meu mat para praticar em casa e nos finais de semana tem acrobacia aérea... veremos! =)
terça-feira, 29 de março de 2011
Cleaning
Primeira semana de casa cheia. Já percebi que tenho roomates porcos ou no mínimo preguiçosos. Um deles cozinhou com a única panela grande da casa e deixou na pia. No dia seguinte, pedimos para que ele lavasse as panelas sempre que terminar de cozinhar pois outros podem querer usar. Enquanto ele lavava, ele disse: "Vocês estão presenciando um fato histórico: eu lavando algo." Ainda bem que fomos bem diretos ao responder: "Então você vai ter que realizar esse fato histórico todos os dias pelos próximos seis meses". Foi meio grosso, mas espero que caia a ficha dele.
Bom, para conter a bagunça de seis seres humanos, criamos algumas regras (como não colocar panela na lavadora de louça pois gasta muito mais água e energia) e eu acabei de fazer um cleaning schedule! Espero que dê certo.
Bom, para conter a bagunça de seis seres humanos, criamos algumas regras (como não colocar panela na lavadora de louça pois gasta muito mais água e energia) e eu acabei de fazer um cleaning schedule! Espero que dê certo.
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Snow again

E a neve voltou... Acho que o inverno veio dar um último tchau. As temperaturas agora estão por volta de -4˚ e 4˚.
Os nossos roomates estão se mudando. Só faltam dois. E amanhã assinamos o contrato. Estando assinado, prometo fotos! A cozinha está começando a ficar um pouco lotada (principalmente a geladeira) e o indiano quer encher a sala (que não tinha sofá nenhum) com PELO MENOS 3.
Estou feliz como as coisas estão se ajustando. Ainda falta alguns detalhes, como comprar uma cama e um gaveteiro. Os papeis, carregadores de camera, ipod e cabos estão amontoados. Quero ter uma gaveta para deixá-los.
Ainda não consegui o celular também. Comprei um que veio com defeito que não consegui ativar. Qdo fui trocar na loja, o modelo tinha acabado. E tem que ser esse modelo pois é o único smartphone sem contrato barato.
Essa semana teve o show do Royksopp. Foi foda! Postarei um video aqui. Fomos para NY na segunda, encontramos a Susu no show e aproveitamos para passar a noite em NY e aplicar para o visto canadense. Ficamos num hostel no Brooklyn, o mais barato que eu consegui que as reviews não diziam ter bedbugs (uma praga por aqui) ou um homicidio no quarto. o.O
O hostel ficava num galpão, em obras, com cara de prisão. Mas serviu bem.
O consulado canadense foi uma experiência terrível. Por que sempre tratam a gente como se fossemos cachorros? Tivemos que esperar 4 horas, e no fim conseguimos um visto de 4 meses (quando o padrão é darem de 3 a 5 anos), terminando um mês antes da data oficial do estágio aqui. Sério... Eles acham que eu vou terminar o estágio na Siemens e me mudar para o Canadá??? Qual foi, eu ODEIO neve! Mas tudo bem. Canadá só conseguiu ganhar mais o meu desprezo. Bernardo ainda teve passaporte retido por 2 dias devido a administrative issues, mas por conta disso, ele teve que ir a NY de trem, e eu tive que dirigir sozinha pela primeira vez, para deixá-lo e pegá-lo na estação!
Amanhã é sexta (viva!) e além das fotos e do video, prometo um post sobre o trabalho, já que ainda não falei nada aqui.
domingo, 20 de março de 2011
E a vida aqui segue
Muitas coisas aconteceram desde o último post. Mas vamos lá...
A primeira coisa é que nos mudamos. Na verdade, foi uma novela encontrar roomates para essa casa enorme. A chinesa californiana desistiu de última hora e passamos 2 semanas sem saber se conseguiriamos encontrar mais gente. Tivemos que fazer um acordo com o landlord para conseguir mais tempo. Mas o universo foi bom e nos trouxe um indiano da Suíça e um chinês do Canadá. ah, e de quebra um turco da Turquia mesmo que alugou o quarto do porão e deixou a casa mais barata que todas!!! o/ Eles terão um post apropriado para eles.
Final de semana passado fomos de novo a New York. Fui na Trapeze school para fazer aula de tecido (como senti falta!!) e foi ótimo. A aula tem duração menor, mas um tempo maior no tecido em si pois não inclui o alongamento. Tudo bem pq posso chegar antes para alongar, então dá na mesma. Mas vou te dizer uma coisa, se já é dificil entender o que o professor diz quando vc está de cabeça para baixo (coisas do tipo direita e esquerda, pé e braço ficam relativos hehe), em inglês então fica impossível!!! Mas foi beeeem legal. Vou voltar mais vezes.
Depois fomos numa festa no Brooklyn com o Rafael Alves, que estava em NY por um mês. Adorei mas realmente ter que pegar um metrô, um trem mais uma hora de carro de madrugada pós night é cansativo demais, principalmente quando muda o horário de verão e vc perde uma hora de sono. Foi o que aconteceu... no dia seguinte, ao invés de ir no Korea Market com o pessoal do trabalho fiquei de amélia e limpei toda a cozinha, que os antigos moradores tinham deixado no-jen-ta.
Durante a semana teve St. Patrick's e fomos a Philadelphia com o Patrik (claro!), outra brasileira e nosso roomate suíço-indiano que mostrou-se ser bastante fanfarrão. Foi bem legal, farei um post com as fotos. Adorei Philly. Bem mais simples de chegar pq não precisamos de trem, podemos ir direto de carro. O clima da cidade pareceu ótimo, mas não sei se é pq era St Patrick's ou se é sempre assim.
Nesse fim de semana agora não fomos a NY. Estava precisando ficar em casa, arrumar as coisas, e comprar outras várias. Comprei uma bicicleta, second-handed mas que parece nova, um celular (quem quiser o número é só me pedir) ou melhor um smartphone com acesso a internet (o mais barato de todos, que custava 60$ sem contrato)
Também fomos numa garage sale. A familia que está se mudando para o Texas é indiana. Compramos sanduicheira e varal por 5$ e comprei roupas, muitas roupas por 1$-3$ cada. Sensacional. Quero ir a mais garage sales!!! Parece que na primavera tem mais.
E a primavera está chegando. Já deve estar fazendo uns 15 graus durante o dia.
Deu até para dar uma voltinha de bike sem casaco.
A primeira coisa é que nos mudamos. Na verdade, foi uma novela encontrar roomates para essa casa enorme. A chinesa californiana desistiu de última hora e passamos 2 semanas sem saber se conseguiriamos encontrar mais gente. Tivemos que fazer um acordo com o landlord para conseguir mais tempo. Mas o universo foi bom e nos trouxe um indiano da Suíça e um chinês do Canadá. ah, e de quebra um turco da Turquia mesmo que alugou o quarto do porão e deixou a casa mais barata que todas!!! o/ Eles terão um post apropriado para eles.
Final de semana passado fomos de novo a New York. Fui na Trapeze school para fazer aula de tecido (como senti falta!!) e foi ótimo. A aula tem duração menor, mas um tempo maior no tecido em si pois não inclui o alongamento. Tudo bem pq posso chegar antes para alongar, então dá na mesma. Mas vou te dizer uma coisa, se já é dificil entender o que o professor diz quando vc está de cabeça para baixo (coisas do tipo direita e esquerda, pé e braço ficam relativos hehe), em inglês então fica impossível!!! Mas foi beeeem legal. Vou voltar mais vezes.
Depois fomos numa festa no Brooklyn com o Rafael Alves, que estava em NY por um mês. Adorei mas realmente ter que pegar um metrô, um trem mais uma hora de carro de madrugada pós night é cansativo demais, principalmente quando muda o horário de verão e vc perde uma hora de sono. Foi o que aconteceu... no dia seguinte, ao invés de ir no Korea Market com o pessoal do trabalho fiquei de amélia e limpei toda a cozinha, que os antigos moradores tinham deixado no-jen-ta.
Durante a semana teve St. Patrick's e fomos a Philadelphia com o Patrik (claro!), outra brasileira e nosso roomate suíço-indiano que mostrou-se ser bastante fanfarrão. Foi bem legal, farei um post com as fotos. Adorei Philly. Bem mais simples de chegar pq não precisamos de trem, podemos ir direto de carro. O clima da cidade pareceu ótimo, mas não sei se é pq era St Patrick's ou se é sempre assim.
Nesse fim de semana agora não fomos a NY. Estava precisando ficar em casa, arrumar as coisas, e comprar outras várias. Comprei uma bicicleta, second-handed mas que parece nova, um celular (quem quiser o número é só me pedir) ou melhor um smartphone com acesso a internet (o mais barato de todos, que custava 60$ sem contrato)
Também fomos numa garage sale. A familia que está se mudando para o Texas é indiana. Compramos sanduicheira e varal por 5$ e comprei roupas, muitas roupas por 1$-3$ cada. Sensacional. Quero ir a mais garage sales!!! Parece que na primavera tem mais.
E a primavera está chegando. Já deve estar fazendo uns 15 graus durante o dia.
Deu até para dar uma voltinha de bike sem casaco.
domingo, 6 de março de 2011
Goin' wild
quinta-feira, 3 de março de 2011
Housing
Hoje é a minha última noite no hotel. Tivemos umas boas experiências procurando casa para alugar, na verdade, uma mais peculiar que a outra, foi como se toda vez a gente entrasse dentro de um filme.
A primeira foi um quarto na casa de uma senhora de uns 50 e poucos anos.
A casa fica no meeeeio da floresta, sem vizinho nenhum, e é gigante, e toooooda cheia de detalhes e penduricalhos, por fora e por dentro. A caminho, vimos dois veados (ou bambi, ou corço, como quiser chamar). Eles são bem comuns por aqui e o perigo é atropelar uma dessas criaturas lindas. Mas a noite é dificil de ver, pq aqui não tem iluminação pública nas estradas ¬¬ e pq ao verem um carro eles ficam desnorteados e saem pulando por aí - seja pro mato ou pra rodovia.
A Madolyn morava com dois Westies de uns 10 anos cada, e os seus dois filhos gêmeos estão morando na universidade. Tinha uma cozinha gigante, com dois fornos e duas máquinas de lavar louças (pra quê???. Era tão creep a casa com a decoração de natal ainda montada e os quartos dos moleques lotado com os seus brinquedos que parecia que ela tinha matado eles e enterrado no quintal... ah, ela queria nos alugar o quarto do porão, com uma beliche, que nem janela tinha, por 1000 dólares. Mas valeu a pena a experiência de conhecer a casa de uma típica familia americana da classe alta.
Depois fomos ver um desses apartamentos de condomínios americanos onde todas as casas são iguais. A mulher do escritório parecia uma cruela cruel versão hip hop. Unhas de postiças de 4 cm, cabelão com uns 3 andares, e mascando chichlentem, sabein? O apartamento não só fedia a lixo, como tinha carpete nele todo (e eu sou alérgica) e não era mobiliado. Além de ser caro demais para uma casa que parecia de plástico. Era essa comunity aqui: http://www.huntersglenapthomes.com/
Aí fomos ver uma casa suuuuper bem localizada, a 5 min a pé do centrinho de Princeton, e bem em conta. Por que será que é tão barata? Ah, deve ser pq é na esquina de duas ruas principais e deve fazer muito barulho, pensei eu... Ah... se fosse só isso.
A casa pertence a igreja, e na verdade é dividida em duas, uma de dois quartos que está alugando e a outra metade habitada pelos fantasmas. Bem, fantasmas mesmo pq os únicos vizinhos da casa são a igreja (que tem diversos entulhos alocados no porão - como crucifixos e afins) e o cemitério!!! Na verdade, você entra de carro pelo cemitério, pára o seu carro no estacionamento e vai com uma lanterna andando pq não tem iluminação externa. Quando chegamos, a corretora estava trancada no carro com luz acesa, provavelmente se cagando de medo. A casa só tinha entrada aberta pelos fundos. O quintal parecia de filme de terror, aquela porta no chão de madeira que dá pro porão, os garfos de metal para limpar as folhas e tudo meio abandonado, cheio de teias de aranha.
Na sala só havia uma máquina de costura antiga com o aviso LEAVE IT HERE! Não quero nem saber a história. Subindo para o segundo andar, num dos quartos tinha a porta para o sótão e a ligação com a outra metade da casa. Mas essa porta permaneceria o tempo todo trancada... imagina, dormir ao lado da porta para casa dos fantasmas... e no banheiro, não poderia faltar uma banheira estilo Hitchcock, dessas antigas com a cortina pendurada. Sério, morar naquela casa é tipo morar num filme de terror. Fora que apesar de ser do lado da estrada, dentro faz um silêncio profundo. Muito medo.
Mas ainda assim era a minha primeira opção não fosse a casinha maravilhosa dos alemães. É a german house pq ela era dividida por 5 alemães e o Patrik. Dois andares mais um porão gostoso com televisão e sofá. Vamos dividir um quarto que deve ter fácil 40m2. É uma Mastersuite que tem dois closets, um banheiro e cabe fácil duas camas de casal e duas escrivaninhas. Irado, né? Também fica em um condominio, chamado Princeton Landing com piscina, quadra de tênis e blá blá blá que nunca se usa. Mas acho que a piscina vai valer no verão! Vou comprar uma bicicleta pois chega-se no trabalho em 10 min! Perfeito... não fosse pelo fato que temos que dividir com mais quatro para valer financeiramente e ainda não encontramos toda a galera. Temos confirmado uma estagiária de Taiwan e um estagiário pHd da Alemanha. Estão chegando por aí pelo menos mais um indiano e um turco interessados. Desejem-nos sorte!
De qualquer forma, vamos nos mudar amanhã e dividir com o resto dos alemães que sobraram e vão embora em 2 semanas. Eles são bem legais ˆˆ
Bem, essa foi a novela do housing. Ainda fico devendo as fotos, mas sabe como é... o tempo é curto para tudo.
A primeira foi um quarto na casa de uma senhora de uns 50 e poucos anos.
A casa fica no meeeeio da floresta, sem vizinho nenhum, e é gigante, e toooooda cheia de detalhes e penduricalhos, por fora e por dentro. A caminho, vimos dois veados (ou bambi, ou corço, como quiser chamar). Eles são bem comuns por aqui e o perigo é atropelar uma dessas criaturas lindas. Mas a noite é dificil de ver, pq aqui não tem iluminação pública nas estradas ¬¬ e pq ao verem um carro eles ficam desnorteados e saem pulando por aí - seja pro mato ou pra rodovia.
A Madolyn morava com dois Westies de uns 10 anos cada, e os seus dois filhos gêmeos estão morando na universidade. Tinha uma cozinha gigante, com dois fornos e duas máquinas de lavar louças (pra quê???. Era tão creep a casa com a decoração de natal ainda montada e os quartos dos moleques lotado com os seus brinquedos que parecia que ela tinha matado eles e enterrado no quintal... ah, ela queria nos alugar o quarto do porão, com uma beliche, que nem janela tinha, por 1000 dólares. Mas valeu a pena a experiência de conhecer a casa de uma típica familia americana da classe alta.
Depois fomos ver um desses apartamentos de condomínios americanos onde todas as casas são iguais. A mulher do escritório parecia uma cruela cruel versão hip hop. Unhas de postiças de 4 cm, cabelão com uns 3 andares, e mascando chichlentem, sabein? O apartamento não só fedia a lixo, como tinha carpete nele todo (e eu sou alérgica) e não era mobiliado. Além de ser caro demais para uma casa que parecia de plástico. Era essa comunity aqui: http://www.huntersglenapthomes.com/
Aí fomos ver uma casa suuuuper bem localizada, a 5 min a pé do centrinho de Princeton, e bem em conta. Por que será que é tão barata? Ah, deve ser pq é na esquina de duas ruas principais e deve fazer muito barulho, pensei eu... Ah... se fosse só isso.
A casa pertence a igreja, e na verdade é dividida em duas, uma de dois quartos que está alugando e a outra metade habitada pelos fantasmas. Bem, fantasmas mesmo pq os únicos vizinhos da casa são a igreja (que tem diversos entulhos alocados no porão - como crucifixos e afins) e o cemitério!!! Na verdade, você entra de carro pelo cemitério, pára o seu carro no estacionamento e vai com uma lanterna andando pq não tem iluminação externa. Quando chegamos, a corretora estava trancada no carro com luz acesa, provavelmente se cagando de medo. A casa só tinha entrada aberta pelos fundos. O quintal parecia de filme de terror, aquela porta no chão de madeira que dá pro porão, os garfos de metal para limpar as folhas e tudo meio abandonado, cheio de teias de aranha.
Na sala só havia uma máquina de costura antiga com o aviso LEAVE IT HERE! Não quero nem saber a história. Subindo para o segundo andar, num dos quartos tinha a porta para o sótão e a ligação com a outra metade da casa. Mas essa porta permaneceria o tempo todo trancada... imagina, dormir ao lado da porta para casa dos fantasmas... e no banheiro, não poderia faltar uma banheira estilo Hitchcock, dessas antigas com a cortina pendurada. Sério, morar naquela casa é tipo morar num filme de terror. Fora que apesar de ser do lado da estrada, dentro faz um silêncio profundo. Muito medo.
Mas ainda assim era a minha primeira opção não fosse a casinha maravilhosa dos alemães. É a german house pq ela era dividida por 5 alemães e o Patrik. Dois andares mais um porão gostoso com televisão e sofá. Vamos dividir um quarto que deve ter fácil 40m2. É uma Mastersuite que tem dois closets, um banheiro e cabe fácil duas camas de casal e duas escrivaninhas. Irado, né? Também fica em um condominio, chamado Princeton Landing com piscina, quadra de tênis e blá blá blá que nunca se usa. Mas acho que a piscina vai valer no verão! Vou comprar uma bicicleta pois chega-se no trabalho em 10 min! Perfeito... não fosse pelo fato que temos que dividir com mais quatro para valer financeiramente e ainda não encontramos toda a galera. Temos confirmado uma estagiária de Taiwan e um estagiário pHd da Alemanha. Estão chegando por aí pelo menos mais um indiano e um turco interessados. Desejem-nos sorte!
De qualquer forma, vamos nos mudar amanhã e dividir com o resto dos alemães que sobraram e vão embora em 2 semanas. Eles são bem legais ˆˆ
Bem, essa foi a novela do housing. Ainda fico devendo as fotos, mas sabe como é... o tempo é curto para tudo.
terça-feira, 1 de março de 2011
Asian Supermarkets
Hoje fomos no Asian Supermarket. Cheeeeeio de coisas orientais, tofus aos mihares e aquelas coisas que só oriental faz, tipo gelatina de lichia ou doce de feijão. É enorme. Acho que alguns amigos meus surtariam ali.
Estava eu muito feliz com a loja quando vejo que ao lado tem um supermercado INDIANO!!! O mais cômico é que dentro do supermercado chinês só tem chinês dentro, e dentro do supermercado indiano, só tem indiano...rs
Mas muuuuuita coisa deliciosa: lentilhas, arroz basmati e temperos muitos muitos temperos e comidas congeladas (que provei um paaneer hoje a noite pois ainda estou em hotel e só tem um microondas aqui... é bom mas ainda é comida congelada :P) e na saída tem vendendo samosas e outros salgados indianos TODOS vegies!! o/
Amanhã o almoço vai ser comprar o prato feito do supermercado chinês (eles vendem quentinha) e samosas de entrada do supermercado indiano.
Nham... samosas!
Estava eu muito feliz com a loja quando vejo que ao lado tem um supermercado INDIANO!!! O mais cômico é que dentro do supermercado chinês só tem chinês dentro, e dentro do supermercado indiano, só tem indiano...rs
Mas muuuuuita coisa deliciosa: lentilhas, arroz basmati e temperos muitos muitos temperos e comidas congeladas (que provei um paaneer hoje a noite pois ainda estou em hotel e só tem um microondas aqui... é bom mas ainda é comida congelada :P) e na saída tem vendendo samosas e outros salgados indianos TODOS vegies!! o/
Amanhã o almoço vai ser comprar o prato feito do supermercado chinês (eles vendem quentinha) e samosas de entrada do supermercado indiano.
Nham... samosas!
Sightseeing
Praticamente, o tempo que temos para explorar o lugar e fazer coisas de turista é o fim de semana e por enquanto só tivemos um, mas foi mais do que o suficiente para curtir muita coisa.
Sábado fomos ao centrinho de Princeton e conhecemos a Universidade. O campus principal é formado de vários prédios antigos (ou ao menos com cara de antigo, pois vimos um prédio com cara de século passado que foi construido em 1983...) Acho que é coisa de americano fazer coisas fakes, então se a onda é ter um lugar histórico, constrói-se os prédios novos como se fossem antigos também. Não andamos muuuito porque eu estava morrendo de frio (a neve passou mas continua numa média de 5o graus).
Também tem várias igrejas antigas por aqui e algo, que de longe, pareceu uma catedral. O meu prédio preferido é esse abaixo.

Essa foto não é minha (obviamente isso não é no inverno). Ainda não passei as fotos da máquina para o computador. Está entre as tarefas da semana, e pretendo postá-las por aqui logo logo.
E no domingo, fomos a New York. Foi legal ver a silhueta da Big Apple do carro e a estátua da liberdade (que é miiicra comparada com os arranhas-céus). Largamos o carro em Jersey city, pegamos um trem até a 33rd e saimos pertinho do burburinho. Andamos pela Times square diveeeeersas vezes. Almoçamos no Ruby Tuesday - aquele em que um hamburguer com batata frita e limonada tem 2000 calorias - e entramos em diversas lojas. Basicamente isso.
Ainda falta muita coisa... Central Park, MoMa, Financial District, Ground Zero, Metropolitan. Mas uma coisa por vez. Ter uma dia inteiro para curtir só a Times Square foi bom demais. Em breve, fotos!
Sábado fomos ao centrinho de Princeton e conhecemos a Universidade. O campus principal é formado de vários prédios antigos (ou ao menos com cara de antigo, pois vimos um prédio com cara de século passado que foi construido em 1983...) Acho que é coisa de americano fazer coisas fakes, então se a onda é ter um lugar histórico, constrói-se os prédios novos como se fossem antigos também. Não andamos muuuito porque eu estava morrendo de frio (a neve passou mas continua numa média de 5o graus).
Também tem várias igrejas antigas por aqui e algo, que de longe, pareceu uma catedral. O meu prédio preferido é esse abaixo.

Essa foto não é minha (obviamente isso não é no inverno). Ainda não passei as fotos da máquina para o computador. Está entre as tarefas da semana, e pretendo postá-las por aqui logo logo.
E no domingo, fomos a New York. Foi legal ver a silhueta da Big Apple do carro e a estátua da liberdade (que é miiicra comparada com os arranhas-céus). Largamos o carro em Jersey city, pegamos um trem até a 33rd e saimos pertinho do burburinho. Andamos pela Times square diveeeeersas vezes. Almoçamos no Ruby Tuesday - aquele em que um hamburguer com batata frita e limonada tem 2000 calorias - e entramos em diversas lojas. Basicamente isso.
Ainda falta muita coisa... Central Park, MoMa, Financial District, Ground Zero, Metropolitan. Mas uma coisa por vez. Ter uma dia inteiro para curtir só a Times Square foi bom demais. Em breve, fotos!
Driving
Para quem não sabe, eu tenho pavor de dirigir. Tirei carteira há mais de cinco anos, mas nunca conduzi um carro sozinha. Na verdade, não sentava no banco de motorista há uns cinco anos também. Já deu para entender que aqui não poderia continuar assim.
Eu enrolei por cinco dias. Também estava esperando a neve passar, porque tenho a sensação que deve ser mais dificil dirigir na neve. Mas sábado eu peguei o carro e fui a Plainsboro, e depois ao centrinho de Princeton, depois voltamos e fui e voltei de carro da casa do Patrik. o/
Dirigir aqui é bem mais fácil que no Brasil. Para começar todos os carros são hidramáticos. Afinal, passar marcha e correr o risco do carro morrer para quê?
Os carros são todos enormes, assim como as ruas e principalmente as vagas. Estacionar é muito tranquilo.
Em compensação, não temos como sair de casa sem pegar a US-1, uma rodovia. Como as rodovias cortam as cidades, você pega estrada como se troca de roupa. E NINGUÉM respeita o limite de velocidade. Se o limite da rua é 55 milhas/hora, quem estiver a 60 milhas/hora vai estar na pista direita e ser o mais lerdinho.
Por isso, ainda não me sinto preparada para pegar a estrada até New York. Mas eu chego lá. Falando em NY...
Eu enrolei por cinco dias. Também estava esperando a neve passar, porque tenho a sensação que deve ser mais dificil dirigir na neve. Mas sábado eu peguei o carro e fui a Plainsboro, e depois ao centrinho de Princeton, depois voltamos e fui e voltei de carro da casa do Patrik. o/
Dirigir aqui é bem mais fácil que no Brasil. Para começar todos os carros são hidramáticos. Afinal, passar marcha e correr o risco do carro morrer para quê?
Os carros são todos enormes, assim como as ruas e principalmente as vagas. Estacionar é muito tranquilo.
Em compensação, não temos como sair de casa sem pegar a US-1, uma rodovia. Como as rodovias cortam as cidades, você pega estrada como se troca de roupa. E NINGUÉM respeita o limite de velocidade. Se o limite da rua é 55 milhas/hora, quem estiver a 60 milhas/hora vai estar na pista direita e ser o mais lerdinho.
Por isso, ainda não me sinto preparada para pegar a estrada até New York. Mas eu chego lá. Falando em NY...
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